
A crescente demanda de motos circulando pela
cidade contribui para o alto índice de roubos Os preços de seguros para carros e motos possuem valor alto para algumas pessoas na hora de considerar o perfil do segurado. Para chegar ao preço final são considerados dados relevantes como idade, sexo, tempo de habilitação, local onde mora e marca do veículo ou moto. Por isso, alguns proprietários buscam no mercado novas alternativas para proteger sua moto.
É comum perceber no horário comercial da cidade a alta quantidade de motos que circulam entre os carros para vencer o trânsito e conseguir cumprir os compromissos de empresas e até pessoal. De acordo com a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o Estado tem a maior frota automotiva do país, com 18,3 milhões de veículos automotores em 2008. Desse total, 3,5 milhões são motocicletas. Só na região metropolitana de São Paulo, há 1,2 milhão de motos, cerca de 1/5 do total nacional. E estes números vêm crescendo de forma extraordinária com a contribuição dos juros baixos, acessibilidade de compra e porque a moto é um meio de transporte que facilita a locomoção
no trânsito intenso que assola a capital paulista.
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Com o crescente número de motos em circulação vem o aumento de furtos. Com isso o proprietário precisa se cercar de todas as formas para proteger e não perder o seu bem. Algumas pessoas optam em proteções que não estão relacionadas ao seguro, como rastreador via satélite, bloqueadores, alarmes, cadeados e até correntes. Conheça como cada um funciona e escolha o que mais se encaixa ao seu perfil.
Rastreador via satélite:
As pessoas que optam por uma forma de segurança mais moderna procuram o rastreador via satélite. Ele possui GPS e um chip de telefone celular dentro. Após o roubo o proprietário comunica uma central de monitoramento que localiza e bloqueia a moto. Na central a equipe consegue saber a localização e a velocidade da moto o que facilita a recuperação do veículo.
Alarme bloqueador via celular:
É um sistema que permite que o proprietário bloqueie
remotamente o funcionamento do motor, em qualquer ponto do território brasileiro. Ao digitar um comando no telefone, o dono da moto aciona o dispositivo
interrompendo o fluxo de combustível para o motor, que deixa de funcionar. O
desbloqueio apenas ocorre com outra ligação telefônica pelo proprietário.
Bloqueador:
Aparelho eletrônico que bloqueia o pulso da ignição e faz a vela não produzir faísca e o motor passa a não funcionar.
Alarme:
Uma opção mais barata e popular. Além da sirene de alerta o alarme pode enviar uma informação para bloquear a ignição. Nessa linha também tem modelos que basta o proprietário se distanciar da moto para o sistema de proteção começar a funcionar.
A moto não liga se o controle estiver longe do contato da proteção.
Cadeado:
Uma forma mais simples de proteção. cadeado é colocado preso no disco de freio e trava a roda dificultando
a remoção da moto.
Corrente:
Normalmente as correntes são adquiridas com um cadeado embutido, e revestimento plástico para evitar
a corrosão do metal com o tempo. Porém, é uma opção de proteção não muito eficaz, porque hoje em dia existem ferramentas que rompem a proteção com facilidade.
Segredo :
É um interruptor elétrico que impede ou não o pulso da ignição. Tem o mesmo objetivo e funcionamento do Bloqueador, porém não é eletrônico. A moto se mantém desligada até que ele seja ativado novamente.
A segurança está no local em que você escolhe para escondê-lo na moto. Quanto mais difícil de achar, melhor.
E aí já escolheu a forma de proteção mais segura e que tenha o seu perfil?
importante é não deixar de se preocupar com a segurança, seja ela qual for.
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